terça-feira, setembro 19, 2017

Vatten Ramen

Ainda estou em modo "denial" que o Verão não acabou, porque é sempre muito curto... mas já vai sendo tempo de comida quentinha e um ramen novo tinha de ser experimentado...
O Vatten Ramen abriu no mês passado, onde antes tinha um café catita e antes era outra Pompadour... as lojas mudam com frequência.
O site engana, porque na realidade o menu é bem mais pequeno e menos variado, a sra disse que foi culpa do web designer... o homem não ia inventar um menu!?
Só havia um tipo de gyozas, feitas à mão, estava um sr pacientemente no fundo do restaurante a fazê-las... boas, muito boas.
Do ramen, também não havia muita escolha, um spicy chicken ramen (picantinho sim sra) e um cheese chowder ramen... só porque era estranho e era realmente "cheesy".
As sras são simpáticas, embora nem todas falem inglês, com um holandês também incerto. Pertinho de casa e, por enquanto, pouco conhecido. Tinha vários asiáticos a jantar também, por isso cumpre bem.
Segundo o site, vão abrir outro espaço perto da chinatown. E a sra disse que iam corrigir o menu no site...

quinta-feira, setembro 14, 2017

Fortaleza de Sagres

Das aulas de geografia, Sagres = promontório! Se calhar já lá tinha ido, mas quis revisitar a fortaleza, e sabia bem desmoer de um almoço considerável em Vila do Bispo (Solar do Perceve).
A rosa-dos-ventos enorme, com 48 fiadas de pedras, 50m de diâmetro e desenterrada em 1919. A água do Mediterrâneo/ Atlântico daquela zona é muito limpa e até se viam peixes junto às rochas. Alguma artilharia do antigamente ainda em exposição.
Paisagem muito rochosa (tem um nome específico…) com fauna e flora característicos, com explicações indicadas, o farol, e montinhos de pedras, muitos e muitos… com o vento que ali passa, estranho não cair! Não tenho a certeza do significado, mas era engraçado ver. Podia ser para indicar o caminho nas serras (para os pastores) mas aqui não terá essa função... O Padrão de Sagres, seguindo o modelo dos usados pelos navegadores Portugueses no séc XV, tem uma representação do escudo de armas do Infante D. Henrique.
A guarita abrigava os sentinelas em pontos estratégicos com boa visibilidade da área circundante. A igreja da Nossa Senhora da Graça, pequenita. A distância da água impõe muito respeitinho… E a Europa começa aqui!

terça-feira, setembro 12, 2017

Luz 2017

Este ano a semana no Algarve foi na zona da Luz, e um dia decidimos subir até ao marco geodésico no cimo da falésia… pelo caminho mais difícil… são 109m de altura a pique, com medo que a malta da 3ª idade e os graúdos escorreguem e não consigam subir.
Prueba superada, família toda sã e salva lá em cima a apreciar a vista! 
"IGC Serviços Geodésicos Atalaia"
O marco em si estava bastante grafitado e danificado pelos visitantes pouco civilizados, mas a zona estava tratada e com a vedação pelo rebordo da falésia que deixava antever um caminho giro a percorrer, a pé ou de bicicleta, sem saber bem onde iria dar.
Havia outros malucos a fazer o mesmo e depois uns estrangeiros sugeriram descer por um caminho bastante mais fácil, menos íngreme, ahhhhh boa. E a seguir praia, claro!

sexta-feira, setembro 08, 2017

Arte Xávega em Sesimbra

Um fim de tarde em Sesimbra, para presenciar a arte xávega de puxar as redes e ver o peixinho que o mar nos dá. Na Costa da Caparica também há, mas usam um tractor e aqui é o único sítio em que é manual. Neste caso é +- para turista ver, houve inscrições prévias, explicação e os pescadores reformados vão então mantendo a tradição de levar o barco, lançar a rede e depois orientar os banhistas. 
Todos se voluntariam, miúdos e graúdos, 2 filas de gente, começa-se a visualizar a configuração da rede no mar, aproximam-se as gentes e depois um rebuliço para ver os peixinhos. Acho que eram maioritariamente cavalas, que depois foram dadas a quem ajudou. Giro!

quarta-feira, setembro 06, 2017

Pão de ló da Ti Piedade

A Ti Piedade especializou-se nos pães de ló e a família continuou a tradição, no Painho – Oeste. O fabrico é muito tradicional, cozinhados em tachos (versão normal) e púcaros (versão mini), preenchidos, pesados e desenformados à mão, caixas dobradas à mão… 
É muito giro visitar a fábrica, embora tenhamos chegado tarde e já não estavam a misturar ou cozer, deu para ver as instalações originais onde tudo começou, e as várias salas, incluindo os armazéns com os ingredientes, a congelação de onde saem as caixas para exportação internacional (em Amesterdão, é ir ao Tó Zé, claro!), uma das carrinhas de distribuição… 
Por enquanto têm 3 variedades de pães de ló: tradicional, chocolaaaaaaate e canela. Talvez haja um quarto em breve, com um ingrediente em fases de teste, que por nós está aprovadíssimo!!

Muito obrigada pela simpatia! Eu já era fã e no escritório também agradou aos colegas internacionais!

segunda-feira, setembro 04, 2017

Évora

Depois da azáfama do salto e check-in no hotel (Stay Évora), em véspera de feriado, não foi fácil encontrar restaurante aberto e com vaga para um grupo grande. Já bastante tarde e a acusar cansaço-fome-sede-quebra de adrenalina, lá me recompus com um rabo de boi muito tenro e uma sericaia fofinha. Gostei muito dos quadros coloridos dos símbolos nacionais (Café Alentejo).
No dia seguinte fomos revisitar a cidade. Marcos do correio coloridos e tradicionais, ainda os há! A inevitável praça do Giraldo, a igreja e mosteiro de S. Francisco e o Palácio de Dom Manuel ao fundo.
Para visitar a famosa capela dos ossos, tínhamos de visitar primeiro a igreja, que tinha uma exposição de presépios muito gira de todo o mundo, uns muito simples, outros muito completos, coloridos e bonitos.
Já tinha visto os ossos em pequena, lembro-me de ser escuro e meio traumático, mas agora está tudo arranjadinho e com luz. “Nos ossos que aqui estamos, pelos vossos esperamos”. Não deixa de ser estranho, mas faz parte do ciclo da vida, um dia lá chegaremos… :/
Tinha ideia de ter estado dentro do templo Romano de Diana, em pequena, mas parece que isso nunca foi possível. A cidade está arranjadinha e tinha muitos turistas. 
Fomos ver também uma das partes da Universidade, onde há histórias de muitas festas divertidas, de quem lá estudou.   

sexta-feira, setembro 01, 2017

Skydive PT – salto tandem

Voar... 4200m, salto tandem de uma avioneta, agarrada a um instrutor… queda livre e depois um voo mais calmo de páraquedas… vamos a isso!
O pessoal é todo muito simpático, escolhemos a cor da fatiota, dão-nos uns óculos de sol muito cool, debrief de segurança, esperar que o aviãozinho regresse da saída anterior, que os paraquedas estejam bem enroladinhos, verificar se está tudo ok e vamos a isso!
Não pensei muito no assunto, não tive medo, os instrutores punham-nos à vontade. Mas quando se abriu a porta do avião… épaaaaa… estamos altos! Fui a 3ª a saltar e a 1ª a chegar, acho que fizemos mais tempo de queda livre (e ele tinha o resto do outro grupo para acompanhar). Foi tudo muito rápido, mas muito muito giro!
Paguei (sai carote mas vale a pena) para ter fotos, embora não tivesse a noção de ter quase todos os momentos gravados, a “go pro” estava sempre a disparar.
Estou pronta! Ai no que eu me vou meter… yuhooooo! Isto é muito fixe!
Páraquedas aberto (um bocadinho traumático e abrupto) e aprecia-se Évora num pôr do sol magnífico, rodopia-se (e fica-se tonta). Cheguei, sobrevivi! Obrigada, foi muito bom e divertido!
E depois mostraram o filme e também comprámos… é tudo tão rápido que as recordações ficam mais presentes com o duplo registo. Ainda estou à espera do filme editado com música que enviam para o email*. E levamos tudo numa pen usb muito gira, uma asa, para lembrar que voámos!  

*enviaram o vídeo editado na 6f à noite, uma recordação muito gira!